A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) deflagrou, nesta terça-feira (19), uma ofensiva policial que resultou no cumprimento de cinco mandados de prisão preventiva, 11 mandados de busca e apreensão domiciliar e no bloqueio judicial de aproximadamente R$ 1,75 milhão em contas bancárias dos investigados. A ação foi coordenada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), unidade vinculada ao Departamento de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), com foco no combate às atividades de um grupo criminoso de origem carioca com atuação no Ceará.
Os mandados judiciais foram cumpridos nos municípios de Fortaleza, Horizonte e Pacajus. Conforme as investigações conduzidas pela Draco, os suspeitos eram responsáveis pelo financiamento das atividades ilícitas da organização criminosa, por meio de contribuições financeiras periódicas exigidas entre os integrantes para a manutenção e execução das ações criminosas desenvolvidas pelo grupo.
Entre os capturados estão três homens, com idades entre 26 e 28 anos, todos com antecedentes criminais por crimes como tentativa de homicídio, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Outros dois mandados de prisão preventiva foram cumpridos em unidades do sistema penitenciário, tendo como alvos uma mulher, de 26 anos, investigada por tráfico de drogas, associação para o tráfico e integrar organização criminosa, além de um homem, de 25 anos, com antecedentes por homicídio doloso, roubo de veículos e tráfico de drogas.
Após o cumprimento das ordens judiciais, os investigados foram encaminhados à unidade policial responsável pelos procedimentos relacionados ao cumprimento dos mandados, onde permaneceram à disposição do Poder Judiciário. A operação contou ainda com o apoio do Núcleo Operacional do DRCO, da Delegacia de Narcóticos (Denarc), da Delegacia de Combate ao Tráfico de Armas, Munições e Explosivos (Desarme) e da Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização (SAP). A população pode contribuir com as investigações por meio do Disque-Denúncia 181, pelo WhatsApp (85) 3101-0181 ou pelo serviço e-denúncia disponibilizado pela SSPDS.
