Seguro de vida: um aliado para os trabalhadores autônomos

Seguro de vida: um aliado para os trabalhadores autônomos

Com o aumento de 2,8% no número de autônomos no Brasil, um seguro para acidentes e óbitos é o caminho mais seguro.

A pandemia da Covid-19 trouxe mudanças na vida das pessoas. O âmbito econômico não ficou de fora, principalmente com o aumento de profissionais autônomos que, segundo dados expostos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somente entre fevereiro e abril de 2021 houve um aumento de 2,8% no número de indivíduos que trabalham por conta própria. Essa informação escancara que, no Brasil, há 24,04 milhões de trabalhadores autônomos. No ano anterior, o país contabilizava 23,38 milhões de pessoas nessa ocupação.

A contratação de um seguro de vida por profissionais autônomos e liberais tem se tornado cada vez mais importante no cenário econômico incerto que a pandemia trouxe à tona. Dentre alguns benefícios que podem ser citados estão a seguridade por incapacidade temporária e permanente.

Para explicar sobre como funciona o seguro e sua contratação,
Luan Rocha, especialista em seguros e sócio-diretor da Master Future, explica melhor sobre o funcionamento e a contratação do seguro de vida para esses profissionais.

O seguro em si
No contexto pandêmico, estar assegurado quanto à sua saúde se torna um bem precioso. Rocha explica que existem fatores imprescindíveis “como a cobertura para doenças graves, diárias de internação, despesas com médicos e hospitais”. Luan ainda afirma, “O seguro de vida é um investimento. As pessoas têm o costume de achar que estar assegurado por uma apólice é besteira e que não vai ser importante no futuro. Mas imprevistos e fenômenos acontecem e a necessidade de ter ao lado uma corretora de seguros aparece”, afirma Luan.

“Antes, o seguro de vida, em geral, só respaldava financeiramente a família do segurado em caso de morte. Hoje, as seguradoras prestam mais atenção às necessidades com doenças que geram uma incapacidade de trabalho”, diz Rocha. As seguradoras incluíram na apólice modalidades como a DIT. Ela é a Diária de Incapacidade Temporária (DIT) é voltada para garantir ao segurado um pagamento de diárias.

O seguro de vida, por si só, possibilita a inclusão de coberturas diversas, além da já muito conhecida cobertura por morte. “A gente faz um seguro de vida normalmente e tem uma cobertura que pode ser adicionada que é a de majoração. Ela funciona como uma ampliação do capital contratado para coberturas de invalidez permanente. Nela, se a pessoa perder um membro, por exemplo, recebe 100% do capital do seguro de vida. Se ela tiver outros acidentes parecidos, pode receber uma parte do valor.”

Essa necessidade de ampliação do capital para coberturas de invalidez permanente, é interessante para os profissionais autônomos. Isso porque alguns trabalhadores dependem de determinados membros do corpo ou órgãos para a realização da sua atividade.

A apólice para casos de invalidez permanente
A cobertura de invalidez permanente é algo que levanta questões por parte dos segurados. Luan explica com um exemplo essa dúvida. “Vamos supor que o segurado contratou um seguro de vida com limite de indenização para invalidez permanentemente no valor de R$ 200 mil, mas ele decidiu por não incluir essa cobertura adicional de majoração. E, em um cenário hipotético, ele sofre um acidente e tem perda total da visão de um de seus olhos.”

Em casos como este há uma leitura com base numa tabela que se encontra nas Condições Gerais da apólice. “Por isso, se houver a perda total, equivale a 30% de indenização. O que corresponde a R$ 60 mil dos R$ 200 mil, coisa que não ocorreria com a cobertura de majoração para perda de visão”. Com a majoração é possível ter acesso ao valor total da indenização. É necessário pontuar que mesmo utilizando a indenização por invalidez, o cliente não perde a cobertura em caso de morte.

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