Fabuloso (4)

Domingo, 08 Abril 2018 11:40

Site permite monitorar seus contatos no WhatsApp

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O serviço oferece um acesso de histórico de acesso ao aplicativo e tenta adivinhar com quem as pessoas conversaram.

Um site oferece um serviço pago que permite monitorar os seus contatos no WhatsApp. Por 2 dólares por semana, os interessados podem ficar de olho na atividade de dois contatos no aplicativo usando o ChatWatch.

O site usa informações públicas do WhatsApp, ou seja, apenas o status de online. Com base nisso, ele gera relatórios de atividade dos contatos que você quiser espionar.chatwatch whatsapp

Os insights oferecidos pelo serviço com base no horário de uso indicam, por exemplo, se a sua filha está acordando a tempo para a faculdade ou se seu marido ficou bebendo com os amigos até tarde. A ideia é que você pode saber se os períodos em que uma pessoa esteve online, com quem estaria conversando (comparando a atividade de dois contatos específicos) e receber esses insights, que são estimativas do que a pessoa estaria fazendo determinados períodos.

O serviço de espionagem de contatos tinha um aplicativo para iPhone que foi removido da App Store recentemente, de acordo com o Tecnoblog.

Os termos de privacidade do aplicativo garantem que o site não permite o “monitoramento comportamental” dos usuários por terceiros. O ChatWatch garante ainda que não compartilha dados com outras empresas sem o consentimento prévio dos usuários.

Por ora, o serviço funciona somente via internet.

O criador do site, curiosamente, preza pela sua privacidade. Não há informações públicas relacionadas à propriedade do domínio, nem menção aos criadores do serviço espião de WhatsApp na página web.

FONTE: Exame

Um relatório reservado do TCU (Tribunal de Contas da União) apontou irregularidades no empréstimo de R$ 3,2 milhões de um fundo público a uma empresa do senador Luiz Pontes (PSDB-CE), 45, braço direito do governador do Ceará, Tasso Jereissati (PSDB).

Quinta, 09 Novembro 2017 19:15

Balé "é coisa de veado', disse Pedro Bial

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Durante a exibição de uma reportagem sobre o Ballet Kirov, no programa "Fantástico" de anteontem, a Rede Globo transmitiu uma voz em "off" (ao fundo) que fazia o seguinte comentário: "Isso é coisa de veado".
O comentário foi ouvido pelos telespectadores logo no começo da reportagem, feita por Glória Maria, que também é apresentadora do "Fantástico".

Glória Maria acabara de fazer a introdução da reportagem quando começaram a ser exibidas imagens de movimentos de uma bailarina. Nesse momento, uma voz masculina disse, ao fundo, "isso é coisa de veado".

Aparentemente, a voz seria do apresentador Pedro Bial, o que a Rede Globo, oficialmente, nega. Dentro da emissora, o incidente foi atribuído à área técnica. Bial não foi encontrado pela reportagem até as 18h30 de ontem.

A direção de jornalismo, por meio da assessoria de imprensa da emissora, diz não saber o que houve, mas afirma ter certeza de que o vazamento de áudio não ocorreu no estúdio do "Fantástico".

"A central de engenharia está analisando de onde veio a voz. Acredita-se que a frase já estava gravada em alguma das fitas que foram usadas no momento da exibição da reportagem", afirma Paulo Carneiro, diretor de divulgação da emissora.

O argumento não é convincente. Se houvesse a certeza de que a voz partiu de uma das fitas gravadas, era improvável que, até as 18h de ontem, a emissora ainda não tivesse um diagnóstico da falha.

O acontecimento mais viável para explicar esse deslize seria justamente uma possível brincadeira do apresentador Pedro Bial.

Acreditando que seu microfone estivesse desligado, ele teria feito o comentário. Mas essa prática, nada rara em transmissões ao vivo, é a primeira que a Globo descarta.

O comentário causou reação de bailarinos e entidades de defesa dos homossexuais, que consideraram a fala preconceituosa.

Para Márika Gidalli, diretora-fundadora do Ballet Stagium, "o comentário de Pedro Bial foi uma lástima, muito infeliz. Meu marido é bailarino, tenho dois filhos que são bailarinos, e eles não são homossexuais".

Já o grupo ativista gay Atobá, do Rio, promete mover uma ação contra a Rede Globo.

(Folha de S Paulo, 5 de maio de 1998)

Cirurgias de média e alta complexidade na Santa Casa da Misericórdia de Fortaleza foram suspensas desde o último dia 13, por falta de recursos financeiros. Pedindo a normalização do repasse pelo Estado, mais de 20 médicos cirurgiões e anestesistas da unidade realizaram manifestação no hospital, ontem, data em que se celebra o Dia do Médico.

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