Brasil (10)

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva permanece como favorito para a eleição presidencial de 2018. Novo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta segunda-feira (27), mostra que o petista venceria a disputa com os demais adversários em todos os cenários.

A Inglaterra pressionou com sucesso o Brasil em nome da BP e da Shell por vantagens para as corporações gigantes do petróleo em relação à tributação brasileira, a regulação ambiental e nas regras sobre o uso de empresas locais, revelam documentos do governo obtidos pelo jornal The Guardian.

O ministro do Comércio da Inglaterra Greg Hands viajou para o Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo em março de 2017 para uma visita com "foco pesado" em hidrocarbonetos, para ajudar as empresas inglesas de energia, mineração e água a ganhar negócios no Brasil.

Greg Hands se encontrou com Paulo Pedrosa, secretário-executivo do ministério das Minas e Energia, para tratar dos interesses das empresas petrolíferas Shell, BP e Premier Oil britânicas.

Paulo Pedrosa garantiu ao inglês que estava pressionando o governo brasileiro a destravar as questões, de acordo com um telegrama diplomático britânico divulgado pelo Greenpeace, que acusou o estado inglês de agir como "braço de pressão da indústria de combustíveis fósseis".

O governo da Inglaterra negou o lobby para enfraquecer o licenciamento ambiental brasileiro, embora o lobby mostrou ter dado frutos. Em agosto, o governo do Brasil propôs um plano de alívio tributário de vários bilhões de dólares para perfuração offshore e, em outubro, a BP e a Shell ganharam a maior parte das licenças de perfuração de águas profundas em leilão do governo brasileiro.

"Não é verdade que nossos ministros fizeram lobby para afrouxar as restrições ambientais no Brasil — a reunião foi sobre melhorar o processo de licenciamento ambiental, garantindo condições equitativas para as empresas nacionais e estrangeiras e, em particular, ajudando a acelerar o licenciamento processar e torná-lo mais transparente, o que, por sua vez, protegerá os padrões ambientais ", diz o governo inglês sobre a denúncia do jornal inglês.

Rebecca Newsom, assessora política do Greenpeace, disse: "Este é um duplo embaraço para o governo da Inglaterra. O ministro do Comércio pressionou o governo brasileiro para prejudicar os esforços climáticos feitos pelo estado inglesa na cúpula da ONU em Bonn.

"Se isso não fosse ruim o suficiente, ainda tentou encobri-lo e ocultar suas ações do público, mas falhou comicamente".

O denúncia também revela que a Inglaterra pressionou o Brasil a relaxar seus requisitos para que os operadores de petróleo e gás usassem uma certa quantidade de empresas brasileiras e empresas da cadeia de suprimentos.

Diplomatas ingleses descreveram no telegrama o enfraquecimento dos requisitos de conteúdo local como "principal objetivo" a conquistar, pois a medida beneficia diretamente a BP, a Shell e o Premier Oil.

O golpe da Inglaterra foi consolidado durante um seminário sobre o assunto na sede do regulador de petróleo e gás do Brasil.

O governo da Inglaterra alegou ter apagado um incêndio em 2016 enviando centenas de milhões de libras de apoio a Petrobras, empresa estatal de petróleo do Brasil, através da agência inglesa de exportação de crédito.

Os esforços contínuos de lobby do petróleo da Inglaterra no Brasil surgiram dias depois que ministros ingleses promoveram a liderança da Inglaterra no corte de emissões de carbono nas negociações climáticas internacionais em Bonn.

Claire Perry, o ministro das mudanças climáticas, disse na cúpula em Bonn: "Estamos assumindo nossos compromissos sob o acordo de Paris e estamos a agir. Estamos incentivando as oportunidades de investimento internacional para a Inglaterra, respeitando os padrões ambientais locais e internacionais. A indústria inglesa de petróleo e gás garantem milhares de empregos e fornecem 19 bilhões de libras em exportações.

Brasília – O  plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve julgar hoje à noite dois processos que envolvem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ), acusados de propaganda eleitoral antecipada.

Sábado, 11 Novembro 2017 10:20

7 notas sobre Tasso Jereissati no PSDB

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  1. Nos dias que antecederam sua queda da presidência nacional interina do PSDB, o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) apostava que o senador Aécio Neves (PSDB_MG) jamais lhe tiraria da posição. Levou um susto. Quem não levou susto algum com a queda do Tasso Jereissati foi o presidente Michel Temer, que foi avisado, com antecedência, por Aécio que destituiria Tasso.
  2. A todos que ligavam para Tasso querendo saber mais detalhes de sua queda da presidência do PSDB, ele repetia sempre a mesma frase: “Perdi o emprego”. E dependendo de quem ligava, acabava dando risada.
  3. Não há maioria clara a favor de Tasso Jereissati ou de Marconi Perillo na convenção do próximo 9 de dezembro. A divisão na disputa pelo comando nacional do PSDB se repete na maioria dos estados, que fazem hoje suas convenções para eleição dos diretórios. São Paulo, com cerca de 100 convencionais, está dividido, mas Tasso tem a simpatia da maioria. O atual presidente do diretório paulista, que deve ser reconduzido ao cargo, o deputado estadual Pedro Tobias, já explicitou apoio a Tasso. Mas o senador cearense tem a oposição de convencionais ligados ao ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira, ao senador José Serra, ao prefeito João Doria e ao presidente do Instituto Teotônio Vilela, José Aníbal. "O apoio do Pedro Tobias não significa que o partido em São Paulo irá apoiar Tasso. Teremos mais de 40%, se não for mais. O Tasso vai se surpreender com os diretórios de todo o país. Está agindo como um coronel que não agrega e isso assusta", disse José Aníbal. Tasso tem os 25 delegados do diretório do Ceará eleitos ontem. Marconi tem fechado Goiás, com 27 delegados e apoio quase maciço dos 90 convencionais de Minas Gerais, aliados do presidente licenciado Aécio Neves (MG). No Acre os sete convencionais devem votar em Tasso. Seus adversários o acusam de ter feito uma intervenção no diretório do estado. A Executiva antiga tinha sido apagada mas ganhamos na Justiça o direito de reativar a diretoria eleita há dois anos — disse o deputado federal Rocha. Outro estado onde Tasso tem forte apoio é na Paraíba do senador Cássio Cunha Lima e do filho, o deputado cabeça preta Pedro Cunha. O atual presidente, Ruy Carneiro, será reconduzido e a maioria dos 15 votos é pró-Tasso. Na Bahia, o deputado João Gualberto, presidente do diretório e que será reconduzido, acredita que Tasso terá cerca de 60% do apoio nacional para assumir a presidência. Em Minas, o deputado Domingos Sávio, aliado de Aécio e um dos mais ferrenhos críticos de Tasso, será reconduzido para dirigir o partido. Fora esses casos, poucos dirigentes locais anunciam voto. Entre os convencionais, entretanto, há um apelo para que o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, seja aclamado novo presidente para evitar o agravamento da disputa interna.
  4. Muitos tucanos acham que Tasso ainda alimenta o sonho de ser o tertius dos tucanos na disputa pelo Planalto em 2018. Na reunião organizada pelo senador aecista Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) para o lançamento da candidatura do Tasso à presidência do PSDB, havia uma grande faixa onde se lia “Tasso Presidente”. Outros acreditam que Tasso vai desmantelar o PSDB e ajudar a campanha do presidenciável Ciro Gomes. Tasso nega a intenção e chama a família Ferreira Gomes de "oligarquia política".4. O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, é contra Tasso Jereissati para presidente do PSDB em dezembro. Trabalha a favor da candidatura de Marconi Perillo. Aloysio, permanecendo no posto, já avisou que sai em abril. Vai disputar sua reeleição no Senado. O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, ironizou a crise do PSDB, afirmando que “tem muita gente pintando os cabelos de preto lá”. Era uma alusão aos “cabeças pretas” que queriam a saída de Aécio Neves da presidência da sigla e dos quatro ministros do governo de Michel Temer.
  5. O prefeito João Dória não fez nenhum comentário sobre a escolha do ex-governador Alberto Goldman para substituir Tasso Jereissati como presidente interino do PSDB. Se Geraldo Alckmin for eleito novo presidente do partido, em dezembro, hipótese discutível, Doria apressará sua decisão de sair do partido. É o que garantem seus aliados, que também informam que o destino de Dória seria o PMDB, de onde poderia ser lançado candidato à presidente do Temer.
  6. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso acha que o ex-governador Alberto Goldman, novo presidente interino do PSDB, comandará o partido sem maiores turbulências até dezembro. Goldman é ligado a José Serra, que foi ministro de Temer e é defensor de aliança dos tucanos com o PMDB. “Se porventura tal convergência não se concretizar, o que porá em risco as chances do PSDB, já disse que apoiarei a candidatura do senador Tasso Jereissati à presidência do partido. Com isso, não faço ressalvas ao direito do governador de Goiás, Marconi Perillo, a quem respeito por sua fidelidade ao PSDB e pelo bom governo que faz, de ser eventualmente candidato. A vitória de um ou de outro não corresponde à vitória do bem contra o mal: precisamos permanecer juntos”, disse FHC.
  7. Apoiadores de Tasso Jereissati (PSDB-CE) têm certeza de que o senador e presidente afastado do partido Aécio Neves (PSDB-MG) consultou o presidente do Senado, Eunício Oliveira, antes de afastar Tasso da presidência da sigla. Ao Poder360/Drive, Eunício negou ter interferido no processo. São remotas as chances de Tasso e Eunicio caminharem juntos na eleição de 2018 — o que até há poucas semanas era uma possibilidade. O mais provável neste momento é Eunício disputar a reeleição para o Senado com o apoio do governador Camilo Santana (PT), que também tentará se reeleger, apoiado pela família de Cid e de Ciro Gomes. Uma pesquisa local aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 66% das intenções de voto para presidente no Ceará.

 

estudantes do enem

Esquema suspeito de fraudar provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e outros concursos corrompia fiscais ou usava candidato falso, que gabaritava questões e repassava informações por ponto eletrônico aos clientes. A conclusão é da operação Adinamia, da Polícia Federal em parceria com o Ministério Público Federal (MPF), que desarticulou a quadrilha, ontem. Em algumas ocasiões, o grupo tinha acesso às provas, violando o lacre antecipada-mente.

Foram presos preventivamente quatro homens no Ceará, dois em Fortaleza e dois em Lavras da Mangabeira (a 417 km da Capital). Os municípios seriam os núcleos fortes de atuação do grupo. O terceiro seria Barbalha, no Cariri.

A delegada da PF em Juazeiro do Norte, Yolanda Leite, afirmou que a investigação comprovou a atuação da quadrilha no Enem de 2016. “Ainda não foi constatada nenhuma atuação dela no E-nem deste ano. A operação foi deflagra-da para preservar o Enem de 2017”, frisou.

“Há uma divisão de tarefas dentro da quadrilha. Os presos em Lavras desempenhavam papel importante no esquema. Os presos em Fortaleza são os chefes e principais alvos. Há indícios de que eles sejam servidores públicos relacionados ao ensino superior”, informou.

A organização fraudava certames, pelo menos, desde 2014. Além das prisões, foram cumpridos 11 mandados de conduções coercitivas e 21 de busca e apreensão em Fortaleza, Lavras, Barbalha, Juazeiro do Norte, Mauriti e Abaia-ra, no Ceará; São José de Piranhas e Cajazeiras, na Paraíba; e Teresina, no Piauí.

A PF informou acreditar na participação de mais de 20 pessoas no esquema. “Era uma organização criteriosa, com tarefas bem definidas, com arregimentadores, pessoas que transmitiam o gabarito e os chefes, que coordenam o funcionamento”, esmiuçou a delegada.

O suspeito do Piauí, conforme Yolanda Leite, não atuaria sozinho naquele estado. Ele transmitiria os gabaritos a candidatos piauienses a partir de dados do Ceará. Já na Paraíba, conforme o portal Mais PB, os alvos da operação se-riam uma pessoa envolvida no grupo e dois universitários suspeitos de serem clientes.

Vagas no curso de Medicina eram as de maior procura e, por isso, as mais caras, podendo chegar a R$ 90 mil. Metade do valor era pago aos criminosos antes das provas e a outra parte após a aprovação no curso. A PF não infor-mou quais outros concursos foram fraudados.

Investigações

As investigações foram iniciadas em 2016. Em novembro daquele ano, a PF em Juazeiro prendeu, durante o Enem, uma mulher de posse de gabaritos e um homem com ponto eletrônico. “Ainda tivemos um componente essencial que foi a denúncia de pais e de candidatos que sofreram tentativa de aliciamento para a compra desses gabaritos”, disse o agente da PF Cláudio Luz.

O delegado Wellington Santiago afirmou que, com a operação, as investigações devem se aprofundar. “Vamos poder definir com maior precisão o alcance em outros estados e definir as condutas de cada integrante”.

Os presos devem responder por fraudes em concursos públicos, organização criminosa e lavagem de dinheiro, com penas de reclusão de um a quatro anos, três a oito anos e três a dez anos de prisão, respectivamente, e multas.

(Jornal O Povo)

Quinta, 09 Novembro 2017 19:11

Apareceu o coveiro da Lava Jato?

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A escolha do delegado Fernando Segóvia como novo diretor-geral da Polícia Federal desperta dúvidas sobre a forma como ele conduzirá a operação Lava Jato, que revelou o maior esquema de corrupção do país. Sua escolha acontece no momento em que avançam as investigações a pessoas com prerrogativa de foro. Vários inquéritos tramitam no Superior Tribunal de Justiça e no Supremo Tribunal Federal.

BRASÍLIA — Desde que saiu da prisão, em abril de 2016, um ex-funcionário da Odebrecht e hoje delator trava uma briga com o acessório que carrega junto do corpo, a tornozeleira eletrônica. Os problemas vão da falta de assistência técnica no Rio de Janeiro, onde mora, às duas horas diárias que fica conectado à tomada para recarregar a bateria do aparelho. O tamanho da peça, que dificulta o uso de roupas como bermudas, calças justas ou botas sem chamar atenção também é alvo frequente de reclamação.

O desconforto foi repassado aos demais companheiros que, em breve, padecerão das mesmas dificuldades — os 77 colaboradores do grupo que assinaram acordos com a Procuradoria-Geral da República, incluindo o patriarca, Emílio Odebrecht, e o filho Marcelo terão que cumprir algum tipo de prisão com monitoramento eletrônico. A maioria deles, porém, não começou a execução da pena.

Para dar mais comodidade a todos, a empreiteira vem tentando substituir o atual aparelho por outros menores e com baterias de duração mais longa. Quando ainda negociava os acordos de delação premiada e de leniência com a força-tarefa de Curitiba no ano passado, a Odebrecht propôs ao órgão comprar os novos modelos para todos seus colaboradores e também fazer uma doação para suprir o déficit de tornozeleiras eletrônicas em todo Brasil. Para procuradores, que negaram a oferta, tamanha generosidade tinha o objetivo de melhorar a vida dos presos do grupo e blindar a empresa do discurso de que seus funcionários seriam privilegiados diante dos demais.

A Odebrecht procurou também juízes de seções de execução penais e o Ministério da Justiça, mas não conseguiu abrir negociação até o momento. Foi sugerido que procurasse os departamentos penitenciários de cada estado brasileiro, mas ainda não começou a peregrinação.

Para viabilizar a proposta apoiada por todos os delatores, a empreiteira fez um estudo sobre as tornozeleiras que existem mundo afora. Chegou a seis marcas, quatro dos Estados Unidos, uma da Suíça e a mais leve de todas, de Hong Kong, com 100 gramas, quase metade do peso da peça que hoje é usada pelos delatores descontentes do grupo. Representantes da empreiteira chegaram a pedir reuniões com os fabricantes para saber detalhes sobre os aparelhos, mas, ao longo da pesquisa, foram informados que, além do equipamento, é necessário que a empresa responsável pelo fornecimento da tornozeleira também repasse o sinal aos estados, que são os responsáveis pelo monitoramento dos presos.

Depois disso, a Odebrecht contactou uma empresa nacional que fornece os aparelhos para várias regiões do país e que já tem um modelo menor em relação ao usado hoje pelos presos. No entanto foi informada de que a companhia só se sentaria para conversar se houvesse um integrante do Ministério Público Federal presente. Mais uma vez, a tentativa não vingou. Além disso, a Odebrecht fez um "mapa das tornozeleiras no Brasil" em que detalhou o uso do acessório em cada estado para levar em reuniões com órgãos com que tenta negociar a aquisição das peças.

Hoje o Paraná é o estado que mais usa tornozeleiras no país, 5,8 mil, com previsão para fazer um novo contrato de 12 mil unidades. Cada uma custa R$ 241 por mês ao governo estadual.

PRC PIONEIRO — O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa foi o portador da peça número 001 por mais de dois anos e, como os delatores da Odebrecht, vivia reclamando do aparelho. A principal queixa era a falta de sinal na mansão onde cumpriu prisão domiciliar, em Itaipava, na Região Serrana do Rio. Na primeira vez que o sinal se perdeu, policiais entraram em pânico e acharam que ele havia fugido. Após ligarem para a casa dele, perceberam que o aparelho não pegava em certos locais da casa. Desde então, passou a ser comum ligarem para Costa pedindo que ele se locomovesse para um lugar onde a tornozeleira funcionasse.

 

Eles são os destaques das últimas pesquisas eleitorais, mas nenhum deles agrada muito o mercado - mas qual gera "menor aversão"?

Vem Pra Rua Minas pendurou cartazes e 'usou' água sanitária 'Super Moro' na Praça da Estação, onde o petista encerrou caravana por cidades mineiras

Um atentado a uma escola na manhã desta sexta-feira, 20, deixou pelo menos dois mortos e quatro feridos em Goiânia. O tiroteio ocorreu no Colégio Goyases, situado no bairro Conjunto Rivera. A ocorrência foi atendida pelo Corpo de Bombeiros, que teria recebido a denúncia de uma professora pelo 193. 
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