Segunda, 13 Novembro 2017 00:32

Metereologistas já comemoram fim da seca em 2018 Destaque

Escrito por CEOFF
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El Niño esfriando e La Niña aquecendo. Com essa explicação vários meteorologistas apostam que 2018 será de bastante chuva no Nordeste, com chuvas começando a cair antes mesmo do período chuvoso, já nos meses da pré-estação. 

A informação é do Centro de Previsão Climática da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês).
O fenômeno La Niña, que acontece nas águas do oceano Atlântico, está confirmado com probabilidade elevada para até 75%.
Espera-se que o fenômeno dure de fevereiro a abril de 2018, quando é inverno no Hemisfério Norte e verão no Brasil.
Já são cerca de 12 mil km de águas frias no Pacífico Equatorial e a tendência é que o resfriamento avance ainda mais com a submersão das águas geladas no oceano. 
Com as temperaturas das águas do Oceano Pacífico mais frias, o La Niña clássico provocaria no Brasil um volume menor de chuvas para o Sul do país, mas traria boas condições para o Centro-Norte e Nordeste.

NORDESTE CHUVAS FORTES — O La Niña pode ocorrer nos meses de novembro, dezembro e janeiro.
No entanto. a presença de um sistema que altera as temperaturas das águas no Atlântico Norte, pode desconfigurar os efeitos tradicionais do fenômeno La Niña, pelo menos num primeiro momento.
Tanto que os modelos de tendências para o clima apontam para um dezembro com chuvas abaixo da média para o Matopiba e parte de MT , GO e MG
Mas o fato é que o La Niña já pode ser observado nos mais diversos modelos dos institutos meteorológicos do mundo.
O fenômeno El Nino, que acontece no oceano Pacífico, estava muito forte, e esse superaquecimento das águas do Pacífico provocou a seca no nordeste. Agora inverteu. O fenômeno La Niña, que acontece no oceano Atlântico, ganhou força.
A ocorrência do La Niña deve provocar para a região Norte do Brasil chances de chuvas acima da média nos estados do Amazonas, Acre e Rondônia.
Para grande parte do Nordeste, esse fenômeno apresenta, em média, boas chuvas. Vale ressaltar a região Nordeste enfrenta seis anos seguidos de seca.
Para o Centro-Oeste e Sudeste, podemos ter todo tipo de fenômeno, como estão mais na área central do país. E no Sul, pode haver ter falta de chuva ou intensificação de veranico", explica Expedito Rebello, coordenador geral do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

SUL CHUVAS FRACAS — Essa condição para a região Sul do Brasil demanda atenção, uma vez que pode afetar a produção das culturas de verão no início do ano, como soja e milho que estão em plantio e serão colhidas nos próximos meses.
NOAA ainda prevê o aumento das chuvas no Sudeste Asiático e Austrália. Para os Estados Unidos a perspectiva favorece temperaturas e precipitação abaixo da média em toda a parte Sul do país, enquanto a parte Norte poderia ver temperaturas abaixo da média e acima da precipitação mediana.

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