Economia

Segundo IBGE, taxa de desemprego no Ceará interrompe período de queda e volta a subir no primeiro trimestre de 2023

Segundo IBGE, taxa de desemprego no Ceará interrompe período de queda e volta a subir no primeiro trimestre de 2023

 

O estado do Ceará enfrenta um desafio preocupante em relação ao desemprego, com a taxa de desocupação interrompendo um período de queda e voltando a subir no primeiro trimestre de 2023, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

No primeiro trimestre deste ano, o Nordeste manteve a liderança como a região com a maior taxa de desocupação do país, enquanto o Sul apresentou o menor índice, com apenas 5,0%. Entre os estados nordestinos, o Ceará destaca-se como um dos mais afetados, ocupando a quinta posição. Essa colocação reflete a necessidade de ações concretas para estimular a geração de empregos e melhorar as condições de trabalho no estado.

Além do Ceará, outros estados nordestinos também enfrentam altas taxas de desemprego. A Bahia, por exemplo, registrou uma taxa de 14,4%, enquanto Pernambuco alcançou 14,1%, ocupando as primeiras colocações entre os estados com maior desocupação do país.

Esses números alarmantes indicam a urgência de medidas que impulsionem a economia local e criem oportunidades de trabalho para a população cearense. Investimentos em setores estratégicos, apoio ao empreendedorismo e estímulo à qualificação profissional podem contribuir para reverter essa tendência negativa.

É importante ressaltar que a reversão desse quadro demandará esforços conjuntos entre o governo, o setor privado e a sociedade civil. A implementação de políticas públicas consistentes, o fomento ao desenvolvimento de empresas e a promoção de um ambiente favorável aos negócios são fundamentais para a criação de empregos formais e o fortalecimento da economia cearense.

Enfrentar o desafio do desemprego é crucial para garantir a qualidade de vida da população e promover um desenvolvimento sustentável no Ceará. Com esforços conjuntos e a implementação de estratégias eficazes, é possível reverter essa situação e criar um ambiente propício ao crescimento econômico e à geração de empregos de qualidade no estado.

Veja as taxas de desemprego por unidade da Federação:

Pernambuco: 14,1%
Rio Grande do Norte: 12,1%
Distrito Federal: 12%
Piauí: 11,1%
Alagoas: 10,6%
Maranhão: 9,9%
Pará: 9,8%
Ceará: 9,6%
São Paulo: 8,5%
Tocantins: 6,9%
Roraima: 6,8%
Minas Gerais: 6,8%
Rio Grande do Sul: 5,4%
Mato Grosso do Sul: 4,8%
Mato Grosso: 4,5%
Santa Catarina: 3,8%
Bahia: 14,4%
Amapá: 12,2%
Sergipe: 11,9%
Rio de Janeiro: 11,6%
Paraíba: 11,1%
Amazonas: 10,5%
Acre: 9,8%
Espírito Santo: 7%
Goiás: 6,7%
Paraná: 5,4%
Rondônia: 3,2%